A gente foge, faz devaneios e esconde por trás de codinomes uma coisa infima, gramas de alegria ou de introspecção. Te levam pra onde você precisa e você nem ao menos sabe.
Um insight de criativadade, uma comida apreciada, um beijo que dura mais, tudo se intensifica. A água da cachoeira conversa e conserta o que você queria mudar. Te acompanha voando por onde quer que você voe. Une pessoas, desperta mágoas. Torna-se amargo de tragar e prensar todos seus problemas, mas no fim compensa, em único sopro leva tudo que te angustia vai embora. Marola. Que se desfaz no ar, e finge levar todos seus problemas em um gole de anis. Fada Verde. O vento que bate e despe as pessoas presas a todas essas roupas, os instintos que são rompidos por causa de leis sem mérito, não fazem sentido. O mundo é Alfa e o Deus, Jah. O carro que grita, o cigarro que some, o isqueiro que se esconde não fazem mais sentido. O sentido tá em são Jorge que guia cada passo, cada dragão que deixamos no passado, brigas graças a Jah perderam sentido. O verbo é amor, na conjugação que preferir. O anti-verbo é interromper. Falar por mensagens subliminares não funciona mais. As crianças riem daquilo que ainda está por vir. Os cachorros transmitem mensagens de quem não mais pode se expressar. Por que a gente foge e faz tantos devaneios?
Maconha. Marijuana. Choose. Pipoca. Dawnson's Creek. Um. Taba.
Talvez alguns encontros forcem uma certa auto-confrontação útil, mesma que não seja agradável.
Por favor gostaria de um alívio filtro branco. Nicotina.
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