Na hora que eu ia escrever, nossa voou. Ainda disse alto no quarto:
-Não aqui não chove. O guarda-chuva não sobe, não colore, não retorce.
O cinza é uma cor que pede complementação, pede mais, pede.
Tem pernas. Casas de pernas. Será mesmo o komboio?
Parangolés: vou lançar: customize seu guarda-chuva. melhor do que ter um massa é ter o seu.
Guardacapachuva
plátisco bolha
mini naves!!!!
!!!!
Cores! Cores!Cores!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
[A]r {CADÊ???} M t[I]sC [t]A
Assim, escrever para um fim específico e ainda com final? Improvável demais fechar o conhecimento que por natureza é aberto, escancarado, carente de trocas. Fixar UM ponto de vista é complicado para quem dislexicamente são e não é. Eu em várias ou várias em mim - por vezes vários. Concordo entre todos que habitam-me para abrir. Me apoio em mil significados para confundir quem quiser. Já escrevo confusa - não sei se entendo ou repreendo. Gosto de escrever pelo som que que pode ser, que tem que ter! O conteúdo é conseqûenca da canalizada eloquencia, é devaneio certeiro. Bem influenciado por tudo vivenciado, comido e transgredido. É composição de sensação - variável de ser para ser - dispensa retórica, mas adora metáforas!
domingo, 28 de agosto de 2011
Mopoqueie-se
-COBERTOS DE COBERTURA. VIDA LONGA À CAFETINA E A FEIJOADA PRETA.
Distante dos bosques.
Surge então criaturas cabarelísticas dando o cú na cobertura.
Aproveitando da sauna o que tem de mais indecente.
Se jogando na piscina como piranhas prontas para abocanhar.
E se banhar no luar de orgias inesquecíveis.
Porque a vida é aqui, agora, tudo junto ao mesmo tempo.
O que é vida também deixa de ser.
O que mais difícil do que isso para conjugar?
Dá ou racha?
Rachada ao meio pelos seus sons
A sua paisagem de nuvens...
Minha coleção de cacos de vidro.
Às vezes parecia que era só improvisar
Disponíveis à vida!
Viver é a opção que necessitamos
e respiramos em todo cigarro e todas as nuvens.
Nuvens lembram sonhos.
Os sonhos estão cinza hoje!!
Previsão de amores tempestuosos..
Empaquei na poesia...
Adúltero de pensamentos meus.
Pilhas alcalinas de faróis baixos
Poeiras e lembranças carnudas.
Pousam um imaginário repleto de amor.
O que dizia a esfinge?
Multiplica por sete.
Todos e tudo.
Atravesso o vidro.
Voo na sua direção.
Gosto do reflexo da cidade nos seus olhos.
Thaisa Taguatinga
André Guarany
Izabela Parise
Samir Paranaguá
Mariana Brites
Bob Rodrigues
Eu, o alvo.
Existo para ser bombardeado, existo para desafios e metas.
Eu, o alvo, acerto em sério. Toco, como, escuto. Eu, o alvo, mesmo estático sou representação intensa da possibilidade.
A ação da inação. Procuro outro conceito além da inércia.
Espero uma fisgada, um choque. Pra que eu, o alvo, seja penetrado.
Eu, o alvo, lavo.
sábado, 27 de agosto de 2011
Rotina, vício, desejo, descomeço!
Uma faxina que demora cerca de dois dias inteiros, uma faxina que revela fendas escondidas, uma faxina precisa de água!
Precisa ser divertida, ter encaixe: vassoura e pá. Pra faxinar é preciso se colocar em muitas posições, testar tantos músculos quanto impulsos. É preciso muito desejo.
Faxino sempre. Tanto quanto bagunço. É imprecisa a hora, quase sempre demora.
Espera! Retorna! A faxina fica melhor a dois..
Precisa ser divertida, ter encaixe: vassoura e pá. Pra faxinar é preciso se colocar em muitas posições, testar tantos músculos quanto impulsos. É preciso muito desejo.
Faxino sempre. Tanto quanto bagunço. É imprecisa a hora, quase sempre demora.
Espera! Retorna! A faxina fica melhor a dois..
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
26082011
Um dia que a festa é o recomeço. Um dia que vira mês, um mês que vira nada. Um tempo altamente mutável - sim! - estamos todos sujeitos a isso. A superlotação em tudo, nas idéias então (vish!) é frequente. Desvio dos compromissos para chegar a aparições. Que será? Alguém mais espaço aí? - dizia minha mente com uma vontade danada de invadir meu corpo.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tempo, tempo, tempo.
Pode parecer vazio, mas toda espera é um tempo bem preenchido. Tem vezes que nem se sabe o que espera e mesmo assim se espera. Esperar é quase um estado de espírito, uma conformação que aguarda uma novidade pulsante. Se você nada espera, pode realmente cair no mundo. Esperar só o que se necessita de fato. Esperar é respirar!
Assinar:
Postagens (Atom)